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A AMA-REC/SC é mantenedora da ESCOLA ESPECIAL MEU MUNDO, que fornece um atendimento pedagógico e específico a causa Autistica, que no ano de 2016, atendeu diretamente mais de 100 alunos, na faixa etária dos 3 aos 35 anos, vindos de várias cidades das regiões AMREC e AMESC.

Atividades desenvolvidas pela Escola:

  • Pedagógica;
  • Psicologia;
  • Fonologia;
  • Terapia Ocupacional;
  • Fisioterapia;
  • Assistência Social;
  • Enfermagem.

Anteriormente e até meados do ano 2000 algumas famílias enfrentariam situações inexplicáveis de origem psicológica comportamental apresentada por seus filho. As APAES não correspondiam às expectativas dos pais por que também sentiam-se indefesas perante as situações criticas que certas crianças e jovem apresentavam colocando em risco os profissionais e os educandos sendo alguns indefesos da Instituição. O problema resumia-se no autismo, misterioso, inexplicável, presente, persistente imutável e cruel.

A situação era caótica e os pais sentiam-se rejeitados e inseguros perante o mistério do autismo. Reclamar ou chorar, cada qual em seu lar, tornando-se reféns do próprio filho afastando-se dos convívios socias, era a cruz que os pais carregavam, cada qual sentindo-se único em tal situação de constrangimento social cultural e psicológico. Foi neste caos humano que a Divina Ordem Universal manifestou-se providenciando o momento divino e inexplicável do encontro destes pais para que houvesse conhecimento das situações semelhantes pelas quais passavam com o até então desconhecido e inexplicável, Autismo.

Deste encontro casual, em outubro 2000, surgiram reuniões que foram realizadas na antiga prefeitura de criciúma numa sala destinada as reuniões da CERES (Associação Criciumense de Apoio a Saúde Mental). Estes pais que pouco ou nada sabiam de teorias do Autismo mas, que vivenciavam na prática diária, todas as situações criticas que o autismo encerra e agiam por intuição e amor, porque não havia orientação capaz de justificar a angustia e o sentimento de milidade pelos quais passavam. A psicóloga Cecília Urbina e a Terapeuta Ocupacional Mônica Cardoso, foram as pessoas que ouviram os lamentos e sentiram o desespero desses pais e explicando o Autismo e suas características, conseqüências e possibilidades tentaram impor uma ordem psicológica individual e coletiva onde predominaria a angustia, incerteza e a insegurança. Sucederam-se reuniões semanais com debates sobre problemas e possíveis soluções.

Como conseqüência destes encontros, surge o AMA/REC/SC (Associação de Pais e Amigos dos Autistas da Região Carbonífera de Santa Catarina) como Associação com registros de seu estatuto no dia 20/02/01.

Foi o primeiro passo de uma grande jornada ainda por vir, com o seguinte objetivo estatuário: “Entidade sem fins lucrativos, pra proteger os direitos das pessoas Autistas, garantido-lhes atendimento especial condigno, incentivando pesquisas e estudos sobre Autismo”.

A primeira Diretoria foi composta pelos fundadores: Presidente – Algemiro da Silva Damásio Filho; Diretor – Executivo – Fátima Fieira; Presidente do Consultivo – Bernadete Dal Pont Schimitz; Presidente do Conselho Fiscal: Miriam Jane Medeiros Plácido; Secretaria – Solange França Tomé; Tesoreira – Lourdes Anacleto Plácido e a Srª Ivone Miranda Borges, responsável por palestras, eventos /promoções como divulgadora da AMA.

EM 2002, a AMA partiu pra um nova caminhada com o objetivo de encontrar um espaço físico para fornecer um atendimento pedagógico e específico a causa Autistica. Em contato com Sr. Décio Góes, então Prefeito Municipal de Criciúma, cidade pólo da Região Carbonífera, vereadores e a própria AMREC (Associação dos Municípios da Região Carbonífera) fomos informados que o Rotary Clube de Criciúma possuía uma sede, com obras no piso inferior (do prédio) incompletas, que poderia talvez servir pra um trabalho conjunto com a AMA.

Após vários contatos, no dia 01/12/03 a Sra. Ana Carolina Pereira então, presidente do Rotary com as Sras. Maria Salete Nuernberg e Maria Irene Conti Benedet assinaram com a AMA um Contrato de Comodato do piso inferior da Casa da Amizade Do Rotary Clube de Criciúma, com uma área de 309,00m² em cujo interior ainda na base do sarapico, ficou a disposição da AMA pra ser concluída e adaptada conforme a necessidade.

Foi mais uma conquista e surgiu então um novo objetivo: planta, compra de materiais e etc. E a AMA sem nada em caixa. Assim, Rifas, almoços e campanha para doações de materiais, etc. se sucederam. A AMA partiu do objetivo e da coragem para a ação. A AMREC forneceu a mão de obra através da CODEPLA. E a luta ficou para os seis pais que fundaram AMA e assumiram mais este compromisso em função do Autista.

Nas reuniões semanais foram revistas as situações de materiais necessários durante a semana e o grupo saia de porta em porta, nas casas de materiais de construção solicitando o apoio em doações ou compras a prazo a serem pagas após realização de eventos.

No dia 23/09/04, faltando ainda energia e habite-se, a construção com suas divisórias ficaram concluídas. A ansiedade dos fundadores era tão profunda que providenciou-se imediatamente , o 1° quadro de profissionais para especializarem-se na FCEE: Zilda Dajori Pavei, Estefania Miranda Borges e Ivone Miranda Borges; e no dia 01/10/04 iniciaram-se primeiras atividades pedagógicas na Escola Especial Meu Mundo, com os sete educandos, mais um etapa vencida de um longo caminho ainda a ser percorrido.

Atualmente a Unidade Escolar tem uma equipe Interdisciplinar composta por 14 Pedagogos, 1 professor de Educação Física, 2 professores de Artes, 1 Neurologistas, 1 Neuropediatra, 3 Psicólogos, 2 Fisioterapeutas, 1 Enfermeira, 1 Terapeuta Ocupcional, 1 Assistente Social e 1 Fonoaudiólogo, atendendo diretamente os educandos através da Metodologia Teacch, em grupo e individualmente, conforme a necessidade de cada um dos 46 educandos matriculados, pois cada um com as variáveis do Autismo e síndromes correlatas do Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (TID). A faixa etária dos educandos é de 2 aos 45 anos de idade. E Ainda é oferecido, oficina de pintura em madeira e equoterapia , em uma parceria com a Justiça Federal ,oficina de reciclagem de papel, e a cinoterapia, uma parceria com o 9º BPM.

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